ELEIÇÕES 2026: Lula é reeleito presidente com 51,79% dos votos válidos; veja os números gerais e no Extremo Sul da Bahia

Resultado oficial confirma a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro; mais de 128 milhões de eleitores compareceram às urnas em uma disputa marcada pela polarização e por uma reviravolta em relação ao primeiro turno. O Brasil definiu neste domingo, 25 de outubro de 2026, o presidente da República para o próximo mandato. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito ao vencer o segundo turno das eleições presidenciais, realizado em todo o país, contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
De acordo com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 64.256.232 votos, correspondentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro obteve 59.826.041 votos, o equivalente a 48,21%. A diferença entre os dois candidatos foi de 4.430.191 votos.
O resultado assegura a Lula um quarto mandato presidencial, após as vitórias eleitorais de 2002, 2006 e 2022. A nova vitória também representa uma mudança em relação ao primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro terminou à frente na votação nacional. O resultado final foi anunciado pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.
Como ficou a votação
A apuração nacional consolidou a seguinte distribuição dos votos para presidente:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 64.256.232 votos — 51,79% dos votos válidos.
Flávio Bolsonaro (PL): 59.826.041 votos — 48,21% dos votos válidos.
Diferença entre os candidatos: 4.430.191 votos.
A soma dos votos recebidos pelos dois candidatos corresponde a 124.082.273 votos válidos. Os percentuais utilizados para definir o resultado excluem os votos brancos e nulos, conforme a regra eleitoral brasileira.
Uma reviravolta em relação ao primeiro turno
O resultado do segundo turno alterou a ordem de colocação observada na primeira etapa da eleição. Em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro havia obtido 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 45,16%.
Na votação decisiva, realizada três semanas depois, Lula terminou à frente e garantiu a reeleição. A mudança no resultado entre as duas etapas foi um dos aspectos centrais da disputa presidencial de 2026.
O segundo turno concentra a escolha entre os dois candidatos mais votados na primeira etapa. Nesse formato, eleitores que haviam votado em outros candidatos, assim como aqueles que não compareceram ou votaram em branco ou nulo no primeiro turno, têm a possibilidade de participar novamente da decisão presidencial.
A mudança na votação entre as duas etapas, entretanto, não significa que os eleitores que votaram em um candidato no primeiro turno tenham necessariamente migrado para o outro. Os números finais mostram o resultado agregado das urnas, mas não identificam individualmente como cada eleitor mudou ou manteve sua escolha.
Mais de 158 milhões de eleitores estavam aptos a votar
O segundo turno mobilizou um eleitorado de 158.745.502 pessoas em todo o país. Segundo o balanço divulgado pelo TSE, aproximadamente 128,2 milhões de eleitores compareceram às urnas.
A abstenção ficou em torno de 19,2%, abaixo dos 21,08% registrados no primeiro turno. Em termos gerais, isso representa uma redução da proporção de eleitores aptos que deixaram de votar na segunda etapa.
O comparecimento é um dos indicadores utilizados para avaliar a participação eleitoral. Entretanto, a abstenção, por si só, não permite concluir por que uma pessoa deixou de votar. Entre os motivos possíveis estão dificuldades de deslocamento, problemas de saúde, compromissos pessoais e outras circunstâncias individuais.
O TSE informou que foram disponibilizados mais de 95 mil locais de votação em todo o território nacional, com o objetivo de aproximar as seções eleitorais dos cidadãos e reduzir os deslocamentos necessários para votar.
Votos válidos, brancos e nulos: entenda a diferença
Uma das dúvidas mais frequentes durante as eleições diz respeito à forma como os votos são contabilizados. No segundo turno presidencial de 2026, os dados divulgados na apuração nacional registraram:
Votos válidos: 124.082.273 — 96,76% do total de votos contabilizados.
Votos em branco: 1.430.496 — 1,12%.
Votos nulos: 2.723.305 — 2,12%.
Abstenções: aproximadamente 30,5 milhões — cerca de 19,2% do eleitorado apto.
Voto válido: é aquele destinado a um dos candidatos que disputam a eleição. Na eleição presidencial em segundo turno, os votos válidos são os utilizados para calcular o percentual de cada candidato.
Voto em branco: ocorre quando o eleitor escolhe a opção correspondente a voto em branco na urna eletrônica.
Voto nulo: ocorre quando o eleitor anula o voto, digitando uma combinação de números que não corresponde a um
candidato válido e confirmando a opção de anulação.
É importante esclarecer que votos brancos e nulos não são transferidos para o candidato vencedor nem para o adversário. Eles também não entram no cálculo dos votos válidos usados para definir o resultado da eleição presidencial.
A abstenção é diferente: corresponde à situação em que o eleitor apto não comparece para votar. Portanto, não deve ser somada aos votos brancos ou nulos como se fosse uma escolha registrada na urna.
Como funciona o segundo turno para presidente
A Constituição Federal estabelece que a eleição para presidente da República exige a obtenção da maioria absoluta dos votos válidos, sem contar os votos em branco e nulos. Se nenhum candidato alcançar essa maioria no primeiro turno, os dois mais votados disputam o segundo turno.
Na segunda etapa, vence quem obtiver a maioria dos votos válidos. Foi esse o mecanismo aplicado na eleição presidencial de 2026.
O voto é obrigatório para os cidadãos brasileiros que se enquadram nas regras constitucionais de obrigatoriedade e facultativo para os grupos previstos na legislação, como analfabetos, pessoas com 16 e 17 anos e maiores de 70 anos.
A votação de 2026 ocorreu em dois turnos: o primeiro em 4 de outubro e o segundo em 25 de outubro. O calendário foi definido pelo TSE, que também estabeleceu os prazos posteriores ao pleito.
Urnas eletrônicas e a estrutura da votação
A Justiça Eleitoral utilizou 499.248 urnas eletrônicas no segundo turno presidencial. De acordo com o balanço do TSE, 1.551 equipamentos precisaram ser substituídos, o equivalente a aproximadamente 0,31% do total utilizado.
A substituição de uma urna não significa, por si só, que os votos anteriormente registrados tenham sido perdidos ou que o resultado da eleição tenha sido comprometido. O procedimento faz parte das medidas operacionais previstas para assegurar a continuidade da votação, conforme os protocolos da Justiça Eleitoral.
A apuração é realizada a partir dos dados registrados nas urnas e dos respectivos boletins de urna. Esses documentos permitem acompanhar os resultados por seção eleitoral e verificar os votos contabilizados em cada local de votação.
O TSE e os tribunais regionais eleitorais são responsáveis por coordenar, fiscalizar e divulgar os dados oficiais do processo eleitoral.
Prorrogação do horário de votação das 17h para as 19h em todo o país
Um dos acontecimentos mais relevantes do segundo turno foi a decisão judicial que determinou a ampliação do horário de votação, inicialmente previsto para terminar às 17h, para as 19h, no horário de Brasília, em todo o território nacional.
A medida foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), após questionamentos relacionados às dificuldades de deslocamento de eleitores, inclusive diante de problemas na oferta de transporte coletivo em diferentes cidades brasileiras.
A decisão inicial estabeleceu a prorrogação por mais duas horas em todas as seções eleitorais do país. Posteriormente, após esclarecimentos sobre a situação das urnas que já haviam sido encerradas, foi definido que a ampliação seria aplicada somente às seções que ainda permaneciam abertas. As urnas já fechadas não seriam reabertas.
A medida provocou adaptações nas rotinas de trabalho da Justiça Eleitoral e na transmissão dos boletins de urna. Como a orientação foi comunicada depois das 17h, parte dos equipamentos já havia sido encerrada, o que exigiu procedimentos adicionais para organizar a continuidade da votação e da apuração.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, relatou que o tribunal buscou informações técnicas junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), às prefeituras envolvidas e às equipes técnicas antes de avaliar os impactos operacionais da decisão.
A prorrogação foi um episódio excepcional no processo eleitoral brasileiro e levantou discussões sobre a importância do planejamento logístico, da comunicação entre as instituições e da garantia de condições adequadas para que os eleitores exerçam o direito ao voto.
Bahia amplia vantagem de Lula
Na Bahia, Lula obteve uma das maiores vantagens eleitorais do país. Com a totalização dos votos, o presidente reeleito recebeu aproximadamente 6,46 milhões de votos, correspondentes a 71,31% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro somou cerca de 2,60 milhões de votos, alcançando 28,69%.
A diferença entre os candidatos no estado foi superior a 3,8 milhões de votos, consolidando a expressiva vantagem de Lula no eleitorado baiano.
O resultado estadual, porém, não se repetiu de maneira uniforme em todos os municípios. A votação mostrou diferenças regionais, com Lula vencendo na ampla maioria das cidades e Flávio Bolsonaro mantendo vantagem em alguns municípios, especialmente no Extremo Sul e no oeste baiano.
Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista, entre os principais centros urbanos da Bahia, Lula registrou vantagens expressivas.
Em Salvador, capital do estado, Lula recebeu 73,23% dos votos válidos, com 1.153.809 votos na apuração divulgada quando 99,98% das urnas estavam totalizadas. Flávio Bolsonaro obteve 421.713 votos, correspondentes a 26,77%.
Em Feira de Santana, segundo maior município baiano em população, Lula alcançou 64,15% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 35,85%.
Em Vitória da Conquista, Lula também terminou à frente, com 58,78% dos votos válidos, contra 41,22% de Flávio Bolsonaro.
Os resultados das maiores cidades ajudam a dimensionar a vantagem estadual do presidente reeleito, mas também devem ser analisados em conjunto com a votação dos municípios menores, onde a distribuição dos votos apresentou características próprias.
As quatro cidades baianas em que Flávio Bolsonaro venceu
Apesar da ampla vitória de Lula na Bahia, o levantamento municipal aponta quatro cidades em que Flávio Bolsonaro terminou à frente: Teixeira de Freitas, Itamaraju, Buerarema e Luís Eduardo Magalhães.
O resultado chamou a atenção principalmente no Extremo Sul, onde Teixeira de Freitas e Itamaraju registraram uma disputa mais equilibrada entre os dois candidatos.
Teixeira de Freitas
Em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul da Bahia, a disputa foi extremamente apertada. Os totais divulgados no levantamento municipal ficaram próximos de 41,4 mil votos para cada candidato, com diferença de 93 votos apenas.
O resultado demonstra o equilíbrio da disputa no município, onde o comportamento do eleitorado se diferenciou da ampla vantagem registrada por Lula no conjunto do estado.
Itamaraju
Em Itamaraju, também no Extremo Sul baiano, a disputa presidencial terminou com uma diferença percentual pequena entre os dois candidatos. O resultado municipal destacou a força eleitoral de Flávio Bolsonaro na região, em contraste com a vantagem estadual de Lula.
Buerarema
No município de Buerarema, localizado no sul da Bahia, Flávio Bolsonaro obteve 52,26% dos votos válidos, contra 47,74% de Lula. A cidade também permaneceu entre os municípios baianos em que o candidato do PL conseguiu superar o presidente reeleito.
Luís Eduardo Magalhães
Em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, Flávio Bolsonaro registrou 39.688 votos, correspondentes a 61,60% dos votos válidos. Lula recebeu 24.739 votos, equivalentes a 38,40%.
Entre os quatro municípios destacados, Luís Eduardo Magalhães apresentou uma das maiores vantagens percentuais para o candidato do PL.
Os resultados demonstram que, embora Lula tenha vencido na maioria dos municípios baianos, Flávio Bolsonaro preservou redutos eleitorais específicos. No Extremo Sul, a disputa em Teixeira de Freitas foi particularmente equilibrada.
Extremo Sul da Bahia: votação nos municípios da região
O Extremo Sul baiano reúne municípios com características econômicas, sociais e políticas distintas. Por isso, a votação presidencial na região merece uma análise própria, especialmente diante da disputa equilibrada em Teixeira de Freitas e do resultado em Itamaraju.
O levantamento regional abrange Teixeira de Freitas, Itamaraju, Alcobaça, Caravelas, Ibirapuã, Itanhém, Itapebi, Jucuruçu, Lajedão, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Prado, Vereda, Eunápolis, Itabela, Guaratinga, Itagimirim, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Belmonte.
Entre os resultados municipais disponíveis, destacam-se:
Eunápolis: Lula recebeu 34.496 votos (53,75%), enquanto Flávio Bolsonaro obteve 29.683 votos (46,25%).
Alcobaça: Lula somou 10.261 votos (69,32%), contra 4.541 votos de Flávio Bolsonaro (30,68%).
Caravelas: Lula obteve 8.378 votos (68,12%), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 3.921 votos (31,88%).
Ibirapuã: Lula alcançou 3.181 votos (52,60%), contra 2.867 votos de Flávio Bolsonaro (47,40%).
Itanhém: Lula obteve 61,39% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 38,61%.
Jucuruçu: Lula recebeu 65,17% dos votos válidos, contra 34,83% de Flávio Bolsonaro.
Lajedão: Lula recebeu 1.801 votos (57,10%), enquanto Flávio Bolsonaro obteve 1.353 votos (42,90%).
Medeiros Neto: Lula obteve 56,71% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 43,29%.
Mucuri: Lula somou 11.630 votos (55,86%), contra 9.189 votos de Flávio Bolsonaro (44,14%).
Vereda: Lula recebeu 3.242 votos (64,59%), enquanto Flávio Bolsonaro obteve 1.777 votos (35,41%).
Itagimirim: Lula obteve 3.093 votos (66,30%), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 1.572 votos (33,70%).
Santa Cruz Cabrália: Lula recebeu 11.418 votos (61,68%), contra 7.095 votos de Flávio Bolsonaro (38,32%).
Porto Seguro: Lula obteve 50.408 votos (56,38%), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 39.007 votos (43,62%).
Itabela: Lula recebeu 9.134 votos (54,81%), contra 7.530 votos de Flávio Bolsonaro (45,19%).
Guaratinga: Lula somou 7.707 votos (66,18%), enquanto Flávio Bolsonaro obteve 3.938 votos (33,82%).
Nova Viçosa: Lula 12.830 votos (53,87%) Flávio Bolsonaro 10.985 votos (46,13%)
Prado: Lula 10.982 votos (55,13) Flávio Bolsonaro 8.937 votos (44,87%)
Os resultados disponíveis mostram que Lula manteve vantagem em vários municípios do Extremo Sul, incluindo Eunápolis, Porto Seguro, Alcobaça, Caravelas e Mucuri. Ao mesmo tempo, as disputas em Teixeira de Freitas e Itamaraju demonstram que a preferência eleitoral variou dentro da própria região.
A análise dos resultados municipais também evidencia a importância de observar não apenas o percentual estadual, mas a distribuição dos votos por cidade. Uma ampla vitória em nível estadual pode coexistir com disputas equilibradas ou vitórias da oposição em localidades específicas.
O que acontece depois da eleição
A divulgação do resultado define quem venceu a disputa nas urnas, mas o calendário eleitoral ainda prevê etapas formais até a posse.
Entre as datas previstas no calendário oficial estão:
18 de dezembro de 2026: prazo final estabelecido para a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral.
5 de janeiro de 2027: data prevista para a posse do presidente e do vice-presidente da República.
8 de janeiro de 2027: prazo final para a apresentação da justificativa de ausência no segundo turno, conforme o calendário eleitoral.
A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral reconhece formalmente que os candidatos foram eleitos e estão aptos a assumir os cargos, observadas as condições legais aplicáveis. A posse, por sua vez, marca o início efetivo do novo mandato.
Eleitores que não compareceram ao segundo turno devem observar os procedimentos e os prazos de justificativa definidos pela Justiça Eleitoral. A ausência sem justificativa pode gerar consequências administrativas previstas na legislação eleitoral.
O significado político do resultado
A eleição presidencial de 2026 terminou com uma diferença de aproximadamente 4,43 milhões de votos entre os dois candidatos. Embora o percentual de Lula tenha ficado abaixo de 52%, foi suficiente para assegurar a maioria dos votos válidos e a vitória no segundo turno.
O resultado também mostrou que a ordem dos candidatos no primeiro turno não determina automaticamente o desfecho da eleição. A decisão final depende dos votos válidos registrados na etapa decisiva.
A campanha presidencial ocorreu em um ambiente de forte polarização política, no qual as propostas dos candidatos, a mobilização de apoiadores, a comunicação nas redes sociais e a participação do eleitorado ocuparam espaço relevante no debate público.
O resultado eleitoral, por si só, não elimina as divergências existentes entre os diferentes setores da sociedade. A partir da posse, caberá ao governo eleito conduzir a administração federal, executar seu programa dentro dos limites constitucionais e orçamentários e responder às demandas da população. Ao Congresso Nacional, ao Judiciário e aos demais órgãos de controle caberá exercer suas atribuições institucionais.
Informação e responsabilidade após a votação
Com a eleição definida, a divulgação de informações verificadas continua sendo fundamental. Números de votação, decisões judiciais, declarações de candidatos e informações sobre a transição de governo devem ser conferidos em fontes oficiais ou atribuídos claramente às instituições e aos responsáveis por cada declaração.
A consulta aos canais do Tribunal Superior Eleitoral permite verificar os resultados por estado, município e seção eleitoral, além de acompanhar o calendário e os procedimentos posteriores à votação.
A eleição presidencial de 2026 encerra uma etapa de disputa política e abre o período de preparação para o novo mandato. A participação dos eleitores, a transparência da apuração e o acompanhamento das decisões do poder público permanecem elementos centrais para o funcionamento das instituições democráticas.
Netinhonews/ Cloves Neto e Max Almeida
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