Polícia Civil de Alcobaça prende suspeito investigado por feminicídio de “Marilza Leal”; vítima era surda e muda

A Polícia Civil de Alcobaça (BA), por meio da equipe do delegado substituto, Dr. Marco Antônio Neves prendeu nesta sexta-feira, 30 de janeiro, o investigado “Marciel de Almeida Muniz”, 36 anos, por suspeita da autoria do crime de feminicídio que tirou a vida da vítima “Marilza da Fonseca Santos Leal”, 43 anos, que foi encontrada por vizinhos já sem vida e despida dentro do seu quarto na data de 18/01/2026, após eles perceberem a falta dela, decorrente de sua rotina diária, quando eles adentraram no interior da sua residência em sua busca, já que ela seria deficiente auditiva, bem como teria dificuldades na fala. A equipe do SAMU do referido município foi acionada juntamente com a Polícia Militar através da Central do CICOM/190, que designou a equipe do PETO da 88ª CIPM para o endereço situado na Rua Teixeira de Freitas, Bairro Beija-Flor, quando foi confirmado o seu óbito, sendo constatados ainda vestígios de possível estrangulamento e abuso sexual.

O corpo da vítima foi removido para o IML/Itamaraju, onde passou por exame de necropsia e coleta de materiais das partes íntimas da vítima, para possível confirmação do abuso sexual, no qual o delegado está aguardando os laudos médicos que ainda estão dentro do prazo de emissão pelo médico perito do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O crime gerou uma grande comoção social na cidade, pela sua brutalidade e por conta da vítima não ter como pedir por socorro, decorrente da sua deficiência.

O delegado Marco Antônio, com o apoio dos investigadores da delegacia territorial de Caravelas, onde ele é delegado titular, iniciaram as investigações, na qual apontavam que o referido suspeito teria tido contato com a vítima na noite anterior, quando ele foi vista pela última vez em sua companhia, segundo as informações de terceiros que foram ouvidos durante a apuração dos fatos, como também outros elementos que não foram divulgados ainda pela autoridade policial para não atrapalhar as investigações, mas havendo subsídios suficientes para solicitar a prisão temporária de 30 dias do investigado, que após a sua prisão, ele foi conduzido para a carceragem da 8ª COORPIN em Teixeira de Freitas, onde ele segue preso à disposição da Justiça e das investigações complementares dos fatos.

 

 

Netinhonews/Cloves Neto

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Publicado em 30 de janeiro de 2026



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