Vídeo: Forças Policiais Integradas realizam operação após grupo de criminosos fortemente armado atacar novamente e expulsar proprietário e funcionários de fazendas em Prado

Em menos de 48 horas, um grupo de criminosos fortemente armados, encapuzados e agressivos invadiu a segunda propriedade rural (fazenda) no interior do município do Prado, localizada próximo ao distrito de Cumuruxatiba, denominada “Fazenda Barra do Cahy”, onde funcionava também o Restaurante Manzuko, na madrugada deste domingo, 08 de fevereiro. Segundo as informações, os moldes operantes dos criminosos foram idênticos à primeira invasão ocorrida na madrugada da última sexta-feira (06) na fazenda 2 Irmãos, naquele mesmo município e região, sendo em torno de 15 a 20 criminosos encapuzados e fortemente armados com armas de grosso calibre, como fuzil, escopetas, pistolas e revólveres, que chegaram atirando para cima e invadindo os imóveis onde estavam proprietário e funcionários dos serviços rurais e do restaurante que funcionava na sede da referida propriedade, alegando que eles estavam representando os indígenas para retomada de terras que são por direitos deles.

A segunda ação foi idêntica à primeira, em que os criminosos usaram de ameaças e terror, expulsando todos durante a madrugada, além de saquear equipamentos agrícolas e eletrônicos e produtos, destruindo aparelho de vídeo monitoramento. Uma terceira fazenda, denominada “Fazenda Glória”, que faz extrema com a “Barra do Cahy”, onde estava apenas um funcionário (vaqueiro) e sua família, também foi invadida e eles foram expulsos da propriedade.

Após a saída das vítimas, o referido grupo indígena adentrou a propriedade e se instalou, dizendo que as terras são deles e que foram vítimas de grileiros e oportunistas no passado. O que supostamente indica que esses indígenas tenham ordenado a esse grupo de criminosos, podendo haver também indígenas envolvidos, para invadirem as propriedades naquela região em troca de vantagem presente ou futura.

As Forças Policiais Integradas compostas pela Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Civil (GATTI da 8ª COORPIN), Departamento de Polícia Técnica (DPT) e unidades da Polícia Militar, que incluem a CIPE/Mata Atlântica (CAEMA), RONDESP-ES, CETO dos 8ª e 28ª Batalhões, e PETO da 88ª e 43ª CIPM. Realizaram operação nesta mesma data presente, para assim, dar uma resposta às ações criminosas, bem como para restabelecer a recomposição da ordem e do controle da situação imposta pelas referidas ações criminosas, bem como para prevalecer o cumprimento da lei e a segurança de todos naquela região.

A Justiça Federal, juntamente com o Ministério Público Federal, tem que intervir de forma judicial o mais breve possível, para evitar o retorno de novos conflitos, no qual já houve muitas mortes anteriores decorrentes desta disputa de áreas e propriedades naquela região. Quantas pessoas mais terão que morrer para que algo possa ser feito, seja na área judicial, governamental, política ou quaisquer que sejam. O que não pode acontecer é essa afronta desses criminosos para com o Estado de Direito, e determinados Caciques que acham que têm mais poder do que a própria Justiça.

As Forças Policiais têm que identificar os membros desse grupo criminoso, que têm afrontado a todos, inclusive a própria Polícia e a Justiça, com a certeza da impunidade para eles, que pensam que não podem ser alcançados. Acreditamos tanto na nossa Justiça como nas nossas Forças Policiais, que todos eles serão alcançados e que responderão pelos seus atos criminosos.

 

 

Netinhonews/Cloves Neto

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Publicado em 08 de fevereiro de 2026



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